quinta-feira, 30 de novembro de 2017

A romanização

A romanização foi um processo de integração de um conjunto de territórios de diversos continentes num único Império. Foi feita com a utilização de uma língua, (o latim), das divindades que os romanos tinham, em particular o ritual ao imperador, da utilização de um conjunto de leis, pela construção de um conjunto de equipamentos nas cidades, como teatros, templos, aquedutos, praças, termas e de uma imensa rede de estradas. Com este processo procurou-se dar unidade a um vasto território - a chamada paz romana.

A romanização operou transformações no modo de vida dos povos peninsulares na organização das suas leis, nas atividades económicas e nas manifestações culturais. Organizadas como colónias ou municípios a sua governação imitava Roma e era feita por funcionários que vinham de Roma. Com a romanização desenvolve-se a agricultura, que abandonou a sua componente muito pastoril e assiste-se ao aumento da produção de cereais e de azeite. A exploração mineira, a pesca, a indústria da telha e do tijolo também se desenvolvem.

A telha e o mosaico são duas das grandes inovações da construção romana. As coberturas de palha ou lousa são abandonadas. A construção de estradas e de pontes revelou uma civilização de grande qualidade técnica e também ajudou à circulação entre as diferentes zonas do Império. A atividade económica dos Romanos fez aumentar a circulação da moeda, tendo sido encontrados vários exemplares em diferentes cidades, sobretudo a Sul. 

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